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FDC Angels foca em startups com projetos de impacto positivo e ESG

O grupo de investidores-anjo, iniciativa de ex-alunos da Fundação Dom Cabral, tem enfoque pioneiro no país

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por Redação janeiro 18, 2022
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O grupo de investidores-anjo FDC Angels foi oficialmente lançado no final do ano passado, depois de mais de dois anos da sua idealização por um grupo de ex-alunos da Fundação Dom Cabral (FDC). O diferencial da iniciativa em relação a outros tipos de investidores-anjo é o foco: startups que tenham projetos de impacto positivo e relacionados às políticas de ESG, sigla em inglês para sustentabilidade, responsabilidade social e governança. O evento híbrido – presencial e online – foi coordenado pelo professor Hugo Tadeu, da área de inovação da FDC, e aberto pelo presidente da entidade, Antônio Batista da Silva Junior.

FDC Angels tem enfoque pioneiro

Em sua fala, Batista destacou o tempo de amadurecimento do FDC Angels, inclusive a interrupção causada pela pandemia, e a importância de ser uma iniciativa da comunidade de ex-alunos. Para ele, o diferencial de foco em projetos de impacto positivo e ESG faz do grupo de investidores-anjo o pioneiro no país. 

Batista lembrou ainda que a noção de comunidade, trazida pelos ex-alunos, tem sinergia com a iniciativa, inclusive pela promoção de networking, ao lado do lifelong learning, ou seja, aprendizado de longo termo, e da geração de novos conhecimentos e inovação. 

Daniel Sgambatti, do conselho do grupo de ex-alunos, também participou do lançamento, reforçando o alinhamento entre o FDC Angels e o perfil de inovação da FDC.

Já Ricardo Blandy, presidente do FDC Angels, argumentou que a criação do grupo de investidores-anjo aconteceu justamente em função do ambiente de inovação proporcionado pela escola de negócios. Segundo ele, os projetos com perfil de impacto positivo, caso da substituição de energias de fontes fósseis por matrizes sustentáveis, para citar um exemplo, devem ser o parâmetro de investimento financeiro nas startups. Além do investimento de capital, Blandy lembrou o aporte de conhecimento e inovação a partir do ecossistema criado pela FDC e por seus ex-alunos.

Já Daniel Izzo, CEO da Vox Capital, consolidou o perfil de startup que deverá estar na mira do FDC Angels ao diferenciar projetos sócio-ambientais com retorno financeiro – o foco do grupo de investidores – da filantropia. Para ele, todos os elementos precisam ser mensuráveis, tanto o impacto sócio-ambiental como os resultados financeiros das startups que receberam o aporte de capital e de conhecimento. Ele considerou ainda que é um presente ter um grupo de investidores-anjo focado em negócios de impacto e que a iniciativa fortalece a possibilidade de encontrar mais empresas interessantes para o futuro.